domingo, julho 15

Eratóstenes

Hoje a Confeitaria abre as portas a uma memória. A ideia era convidar uma Mente Brilhante para Jantar. E eu, o meu eu ainda criança lembrou-se deste homem. Que me fez pensar que por mais que respirasse letras, estas também serviam para descodificar a tabela Periódica e os fenómenos da Física. Que a ciência também era poesia. Uma vez por ano, celebro-o. Juntamente com outra mente brilhante, Eratóstenes. Acham que se pode medir o diâmetro da terra com uma vareta? Aqueles a quem chamo alunos dizem que não, com a certeza que a tecnologia é um tesouro moderno. Têm razão, respondo. Também é preciso um escravo. Bem hajas, Carl Sagan.




Gelado de iogurte grego com nougat de mel, nozes e pinhões




Para o gelado:
450g de iogurte grego natural
250ml de natas
30ml de mel
2 colheres de sopa de açúcar
Raspa de uma laranja

Para o nougat:
50g de pinhões
100g de nozes
100g de açúcar
50 ml de água
30 ml de mel



Bata as natas em chantilly com as duas colheres de sopa de açúcar. Misture o iogurte com o mel e a raspa de laranja. Misture as natas e coloque na sorveteira.
Entretanto leve ao lume o açúcar, o mel e a água até fazer ponto de caramelo. Junte os pinhões e as nozes picadas grosseiramente.  Deixe arrefecer e desfaça o nougat em pedaços. Deite 2/3 do nougat na sorveteira. Ao servir decore com o nougat restante.

sexta-feira, julho 13

Amarelo


Há um cheiro amarelo, quase ocre nos últimos dias de Agosto. Pensou. Os olhos semicerram-se e a memória arrasta-se com a maré que baixa. No limite das auréolas salgadas, uma mulher de saia branca. Parece a mulher dos bolos. E a voz aguda gritada por entre as ondas regressa. A cesta de verga grossa e desfiada numa das asas. As pernas escuras e inchadas por debaixo da saia arregaçado num dos lados. A mulher dos bolos. A mãe, de fita às flores no cabelo loiro chama-a com um gesto do braço direito, agitando a as escravas de ouro branco. E a mulher na mesma toada sai do seu trilho de areia molhada. Lentamente. Com os pés meio enterrados na areia já morna de fim de tarde. Ajoelha-se a dois passos da sombra da barraca de riscas azuis. A saia branca tapa-lhe os joelhos encardidos. Sorri. E a boca despida de dentes ilumina os olhos negros e pequenos. As mãos com cheiro a canela e laranja entregam os bolos. Guarda as moedas no bolso grande da saia e retoma o seu trilho de pegadas húmidas e aureolas salgadas.
Há um cheiro viscoso, quase amarelo, nos últimos dias de Agosto. Um cheiro primário, simples. Sem mistura de cores nem matizes mundanas. O cheiro original da tinta com que nos pintaram por dentro.

Macarrons com Lemon Curd



225 de açúcar em pó
130 g de amêndoa  moída
3 claras
60 g de açúcar granulado
Lemon curd


Coloque o açúcar em pó com a amêndoa num robot de cozinha e moa até obter uma mistura bem fina. Peneire esta mistura para uma tigela grande. Bata as claras em castelo, junte o açúcar e bata em merengue. Misture cuidadosamente o merengue com a amêndoa. Deve apenas misturar o suficiente para para ficar homogéneo. Deite o preparado num saco de pasteleiro e  faça pequenos círculos num tabuleiro previamente forrado com papel vegetal de boa qualidade ( para que os macarrons não peguem no final). Deixe repousar pelo menos 40 minutos de forma aos macarrons ganharem um película protectora. Leve ao forno pré-aquecido a 120º durante 20 minutos. Deixe arrefecer completamente e recheie com o lemon curd.



sexta-feira, julho 6

Espero por ti em Agosto




A época das cerejas está no fim. Lembro-me do tempo em que fazíamos brincos com elas. Cuidado que manchas o vestido, gritavam as mães. Lá fora, a ladeira de granito que subia até à igreja e os vestidos justos no peito que teimava em crescer apesar das tranças arranjadas para a catequese. Olha que sujas o vestido. E as asas, feitas de arame e tule ordinário, as asas que nesse tempo pensávamos ser imensas.  O cheiro a aguardente do café da associação abafava o perfume a alfazema que a tua tia trazia de França. A época das cerejas está a chegar ao fim. Queria guardar-te algumas no regaço. Na saia do vestido de anjo. Olha  que manchas o vestido. Imagino-te do outro lado do Oceano, a enrolares o português que esqueceste. Foste daqui doutora de mãos vazias. Vens a caminho desde a ultima vez que cá estiveste. O sino da igreja na lentidão do calor da tarde. As nódoas vermelhas que tentávamos esconder por debaixo do missal. Olha que sujas o vestido. A época das cerejas está a chegar ao fim. É sinal que chegas em breve. Espero por ti em Agosto.

Cerejas em calda de brandy



750g de cerejas descaroçadas
200g de açucar
2,5 dl de água
1 dl de brandy

Leve o açúcar e água num tachinho até fazer ponto de pérola. Junte as cerejas e 50 ml de brandy e deixe ferver por 10 minutos. Retire e deite num frasco esterilizado e cubra com os restantes 50 ml de brandy.

terça-feira, julho 3

Renato


Era o mais novo de cinco filhos. Tinha uma cabeleira excessivamente ruiva que lhe afogava o castanho dos olhos. Entrava em silêncio em casa como se os pés não chegassem ao chão. Olá mãe. Ela levantava os olhos do pano que invariavelmente tinha sobre o colo, rasgava a linha com os dentes e dizia baixinho, tão baixinho como se confessam as mágoas, olá filho. E ele entrava no quarto ao fundo do corredor, cuja porta estava sempre fechada. Os meus outros filhos estão muito bem na vida, dizia às clientes que rolavam os olhos pelas molduras que cobriam as paredes cor de toupeira. Os outros filhos, de cabelo louro deslavado como o dela, sorriam na prosperidade das fotografias. Faz-lhe falta o pai, dizia ao prender mais um alfinete. Vive às custas da mãe, coitada, diziam as vozes que desciam as escadas do prédio. Eram vozes de ombros encolhidos que imaginavam a má vida do filho à imagem e semelhança da estranheza do vermelho do cabelo. Pô-lo fora de casa era o melhor que ela fazia. Mas ela, a mãe de cabelo louro deslavado, à noite, depois de lhe afagar duas vezes a cabeça ruiva que dormia, deixava por debaixo do tabuleiro do leite quente e das bolachas uma nota das azuis. E olhando para as fotografias que à noite lhe pareciam que sorriam menos dizia. Faz-lhe falta o pai.

Bolachas com pepitas de chocolate



275 g de farinha sem fermento
25g de maisena
100 g de manteiga sem sal
200g açucar amarelo
2 ovos
200g de pepitas de chocolate ou chocolate picado
½ colher de chá de femento em pó
Pitada de sal

Bata a manteiga com o açúcar. Junte os ovos um a um. Junte a maisena, a farinha, fermento e o sal. Misture tudo muito bem e  no fim, envolva as pepitas. Com uma colher de gelado pequeno, distribua bolas de massa num tabuleiro forrado com papel vegetal. Leve ao congelador por 15 minutos e depois a forno pré-aquecido a 180º por 15-20 minutos. 

( rende cerca de 20 bolachas)

sexta-feira, junho 29

Quase Julho




Há um tempo no calor que se arrasta nos relógios. Lá fora, que tantas vezes é cá dentro, as pessoas perdem a nitidez no ar quente dos dias.  O Verão é um tempo sem a linha das esperas. Sem elas o contorno esbate-se e começamos os dias com o primeiro sopro da noite. E o solstício sabe ao vermelho dos últimos morangos maduros.




Sorvete de  morango

600g de morangos
200g de açucar
250ml de água
1 clara de ovo

Leve os morangos, o açúcar e a água num tachinho ao lume. Deixe  ferver em lume muito brando durante 10 minutos. Retire e deixe arrefecer completamente. Depois triture no copo liquidificador. Bata a clara em castelo bem firme e adicione. Leve à sorveteira .

quarta-feira, junho 20

A preto e branco



Os outros. Os outros são as sombras nos caminhos que nunca tomas. Aqueles que toldas nos teus olhos afogados na tua falta de fé. Há sempre o que devia ter sido e nunca o que será.  Sentas-te eternamente nessa janela da tua amargura, sentada no teu sofá de flores (serão flores ,esse padrão coçado que te preenche os dias?). Olhas os outros que seguem as suas vidas lá fora. Só lhes vês as sombras, esquecendo que as tuas escorrem no soalho da tua insegurança. Não há preto nem branco. Não há absoluto, só a curva do caminho para além da integridade da escolha.


Mousse preta e branca



200g de chocolate negro
150 g de açucar
5 ovos grandes
100g de manteiga sem sal
200g de chocolate branco
1 colher de sopa de manteiga sem sal
200ml de natas batidas

Derreta o chocolate negro com  a manteiga em banho maria. Bata a gemas com o açucar até ficar bem cremoso e adicione a mistura de chocolate já arrefecida. Bata as claras em castelo e envolva tudo suavemente. Leve ao frio
Derreta o chocolate branco com  a manteiga em banho maria. Bata as natas em chantilly e junte ao chocolate branco.
Deite em tacinha alternado com o a mousse de chocolate preto.



quinta-feira, junho 14

Cinco toques

Um. O teu telemóvel está a tocar. Digo-lhe. Ela tira-o da mala. Revira os olhos depois de ver o número e guarda-o com um suspiro. Não atendes? Dois. Não. Não tenho nada para lhe dizer. Dei-lhe o número porque não sei dizer não. Agora insiste em ligar-me. Três. Diz que já não falamos há imenso tempo. Felizmente. Não tenho nada para lhe dizer. Quatro. Mas insiste. Diz que tem coisas que gostava de partilhar, de conversar. Mas eu não tenho nada para lhe dizer. Cinco. Nada, nem tempo para ouvir o que não me interessa. O telefone cala-se e ela bebe o resto do café. As pessoas são naturalmente surdas. Ouvir os outros é um esforço evolutivo tremendo. Uma espécie de polegar extra. Ela pousa a chávena e ficamos ali as duas. A fingir que olhamos o fogo.


Deserto do Mundo, 22 de Setembro 2010


Um café talvez acompanhado por um biscoito com cheiro a especiarias.
Receita para o desafio Dorie às Sextas.



Biscotti de alperce e cravinho



§  
§  2 chávenas de farinha sem fermento
§  1 1/2 colheres chá de fermento
§  1/4 colher chá de sal 
§  100g de manteiga sem sal, à temperatura ambiente
§  1 chávena de açúcar
§  2 ovos grandes (ou 3 pequenos)
§  1 1/2 colheres chá de licor de amêndoa amarga
§  ½ chávena de amêndoas fatiadas, com ou sem pele
§  ½ chávena de alperces secos picados
§  3 cravinhos

Pré-aqueça o forno a 175ºC. Forre um tabuleiro com papel vegetal ou tapete de silicone e reserve. 
Misture a farinha, o fermento e o sal. Reserve. 
Com a batedeira, bata a manteiga e o açúcar durante 3 minutos, até obter um creme macio. Acrescente os ovos e continue a bater por mais 2 minutos ou até que a mistura esteja leve, macia e cremosa. Junte licor e os cravinhos moidos no almofariz. Reduza a velocidade e acrescente os ingredientes secos, batendo só até estarem incorporados. Junte as amêndoas e os alperces e envolva-as com uma colher de pau ou espátula, para as distribuir bem pela massa.
Despeje metade da massa no tabuleiro preparado. Com os dedos ou uma espátula de silicone, forme um tronco de 30cm de comprimento por 4cm de largura. O tronco será mais rectangular que redondo e será tosco, não uniforme. Com a restante massa molde um segundo tronco idêntico ao primeiro.
Leve ao forno por 15 minutos ou até que os troncos estejam levemente dourados, mas ainda moles ao toque. Transfira o tabuleiro para cima de uma grade e deixe arrefecer por 30 minutos.
 Pode cobri-los com glace de açúcar em pó com licor de amêndoa amarga.

sexta-feira, maio 25

Nessum dorma


Hoje precisei do embalo do tempo e pus o mesmo disco que  ouvias todos os Domingos de manhã. Nas minhas mãos vi os teus dedos longos e brancos colocando delicadamente a agulha sobre o vinil preto. Depois vi-te sentado no sofá de cabedal com a cabeça ligeiramente inclinada para trás e as mãos entrelaçadas sobre as pernas. Hoje fiquei de novo à porta da sala, sustendo a respiração, que a musica que amavas sem condição, seguia em silêncio os teus passos calçados de picotado inglês.  Quando terminava, olhavas-me por cima do ombro e dizias, Turandot era uma princesa. Ou quero acreditar que o dizias, porque se o fizesses eu sorriria. Hoje, os meus dedos crescem enquanto a oiço, ficando dois tempos atrás dos teus.  Turandot era uma princesa com olhos de amêndoa. As memórias  coexistem com a fé do que devia ter sido. Encosto a cabeça nos acordes que me amornam o tempo que ficou deste lado, o teu rosto é um gesto atrás dos meus olhos e  no momento antes do arranhar da agulha no vazio, repetes-me baixinho, Turandot era uma princesa.

Hoje, se aqui estivesses,  partilharia contigo o momento assim.

Finaciers


125g de amêndoa moída
5 claras
175g de açúcar
150g de manteiga derretida
1 colher de café de sal
50g de farinha
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá de baunilha

Derreta a manteiga e deixe arrefecer.  Misture a amêndoa, a farinha, o açucar e o sal. Junte as claras e envolva tudo numa pasta. No fim adicione a manteiga e baunilha. Leve ao forno pré-aquecido a 160º durante 20 minutos
No fim poderá decora-los com um pouco de lemon curd ou chocolate branco derretido e framboesas.

quarta-feira, maio 23

Lisboa


Desces a rua num passo que se quer dois tempos atrás do tempo da cidade. Sentes-te abrandar entre os outros, só porque o teu pensamento voa. Lá ao fundo, o rio e a luz que te embala os dias. Páras, o eléctrico passa, o acordeão nas mãos encardidas do homem da esquina toca entre o cair das moedas na caixa de sapatos.  O tempo dos outros cresce atrás de ti. Lá ao fundo, o rio, para além do cais das colunas. Há um silêncio cinzento sobre a calçada, daqueles que se lembram dos tempos fora da cidade. Não sabes que tempos são. Cresceste entre prédios e esquinas suburbanas. Entre o tempo das estações do comboio que te traz entre as criaturas que amanhecem de rosto colocado ao vidro baço da carruagem. O sinal cai e ao segundo passo acenas a quem te espera na esplanada. Pedes desculpa pelo atraso. Sempre o tempo, esse intruso que torna trôpegos os passos. Chamas o empregado e abrandas a voz ao ritmo do pó de canela que cai no pastel de quem te esperava. A canela transporta-te a um tempo de infância sem verbos, pleno de substantivos, onde o Verão passava pelo Jardim do Império .  Sorris enquanto cerras os olhos. A luz do rio tem um tempo de poema. Estás bem? Respondes que sim. Que só precisas de um momento antes das horas. Esse pequeno momento onde de deixas escorrer das paredes pombalinas até ao rio cuja luz trazes todos os dias no comboio.

Pasteis de nata


 ( aproximadamente 15)

1 embalagem de massa folhada
150ml de água
275g de açucar
1 pau de canela
Casca de laranja
Casca de limão
0,5 l leite
75g de farinha
7 gemas

Leve ao lume o açúcar, a água, o pau de canela e as cascas e deixe ferver por 5 minutos. Deixe arrefecer e reserve.
Misture a farinha com as gemas. Leve o leite ao lume até levantar fervura e adicione muito lentamente às gemas. Junte a calda.
Forre forminhas com rodelas de massa folhada ( faça um rolo e corte rodelas) comprimindo a massa com os polegares. Encha cerca de 2/3 de cada forminha com o recheio e leve a forno pré-aquecido a 250º
 ( idealmente a 300º) até folhar.
Sirva com açúcar e canela e saudades de Lisboa.

terça-feira, maio 15

Cinema Paraíso


Tinha um riso contido. Engolia as gargalhadas no pudor de quem tem vergonha de estar feliz. O riso dela era pouco mais do que um sorriso de lábios cerrados e um arquear das sobrancelhas amareladas. Os olhos claros, escondidos por detrás das lentes míopes reprovavam as gargalhadas soltas e claras da nora.  Levantava-os , em tom de reprovação, do livro que tinha sempre sobre a manta que lhe cobria os joelhos retorcidos pelas artroses. Depois quando o silêncio da compostura voltava sala onde moravam os sofás de veludo malva, baixava de novo os olhos sobre as letras miúdas que corriam no papel amarelado e seco do livro.  Passava os dias naquela cadeira de  verga, com os remates desmanchados pelo tempo lendo os livros que já lera e vendo filmes A cores, porque os a preto e branco lhe pareciam desbotados de tempo e interesse. O filho trazia-os  todas as sextas feiras do clube de vídeo ao lado do emprego. Um filme e um cartucho com meia dúzia de suspiros cor de rosa. Gostava  especialmente das histórias de amor. Das mulheres de cabeça inclinada,  tronco arqueado para trás e lábios semi-abertos. Dos rostos étereos, filtrados pelas meias de nylon.  E quase sorria, dois instantes antes do final. Mas os lábios cerravam-se e ela ficava na cadeira de verga, limpado os óculos e dizendo, foi muito lindo. Não há nada mais lindo que um filme de amor. Até que chegou aquele do miúdo italiano e do homem gordo e feio, que passava filmes em bobines. Que deixou em herança, aos miúdo dos dentes tortos, todas as cenas cortadas dos beijos. Ela sentada na sua cadeira de verga, primeiro sentiu-se arrepiar, depois os lábios franzidos e cerrados comoveram-se e teve de levar a mão à boca para esconder o sorriso que se antecipou às lagrimas que ficaram presas nos cantos dos olhos.

Suspiros de morango


4 claras
8 colheres de sopa de açúcar
250g de morangos
2 ml de água
100g de açúcar
1 colher de chá de maisena
1 colher de chá de vinagre branco

Leve os morangos  cortados em pedaços pequenos, com a água e os 100g açúcar ao lume. Deixe ferver em lume brando por 15 minutos, coe e reserve o xarope e deixe arrefecer completamente.
Bata as claras em castelos, junte as 8 colheres de sopa de açúcar e bata até obter uma massa consistente. Junte o xarope, a maisena e o vinagre e bata mais um pouco.
Com um saco de pasteleiro, deite pequenas porções de suspiro num tabuleiro forrado com papel vegetal e leve a forno pré-aquecido a 100º durante cerca de uma hora.


Convidei para jantar  o realizador Giuseppe Tornatore, e o seu filme Cinema Paradiso. Esta história de ler e de comer foi integrada na 4ª edição do Desafio "Convidei para Jantar", sendo a anfitriã desta edição a Pami Sami do Blogue Menu Verde.